domingo, 4 de maio de 2008

SAPATOS AZUIS !!!

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Pais de Madeleine mantêm esperança 1 ano após desaparecimento.


PRAIA DA LUZ, Portugal (Reuters) - Os pais de Madeleine McCann disseram neste sábado que continuam convencidos de que sua filha ainda está viva, após um ano de seu desaparecimento em um resort português.

Madeleine sumiu do apartamento durante as férias da família no Algarve, em Portugal, em 3 de maio do ano passado. Os pais da menina, que jantavam com amigos em um restaurante próximo quando ela desapareceu, foram indicados pela polícia portuguesa como suspeitos pelo crime."Eu acho que há uma chance muito, muito boa de que ela ainda esteja viva", disse Gerry McCann em uma entrevista ao jornal português Público neste sábado."Eu acho que a probabilidade de que ela esteja viva é maior do que qualquer outra coisa", afirmou. A fala foi fornecida à Reuters pelo jornal.Madeleine desapareceu alguns dias após completar 4 anos.A polícia de Portgual deu poucas pistas sobre a investigação, devido às leis sobre segredo de justiça, mas parecem não ter alcançado nenhum progresso importante.O caso atraiu um enorme interesse da mídia global, com repórteres na Praia da Luz muitos meses após o desaparecimento da menina ainda reportando cada elemento da vida dos McCanns enquanto eles aguardavam por notícias.Os McCanns voltaram para a Grã-Bretanha no começo de setembro após terem sido apontados como suspeitos, algo que o diretor da polícia de Portugal chamou de "precipitado".Os McCanns estão convencidos de que a melhor chance para encontrar a filha é pedindo ajuda para o público e mantendo o caso vivo na mídia."Encontrá-la é a parte difícil, mas eu acho que nós podemos, com a ajuda do público", disse Gerry McCann.(Reportagem de Axel Bugge e Carlos Pontes)Fonte: Reuters
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sábado, 3 de maio de 2008

Mariza - Povo Que Lavas No Rio

FANTÁSTICA MARIZA!

Dólar tem alta acentuada frente ao euro e o iene.


O dólar subiu de forma acentuada frente seus principais rivais em Nova York depois que o Departamento do Trabalho informou um surpreendente recuo na taxa de desemprego para 5,0% e uma queda de apenas 20 mil no número de vagas (payroll), segundo analistas.

O euro caiu mais de um cent para US$ 1,5360, seu menor nível em mais de um mês, uma semana depois da moeda européia ter registrado a máxima histórica de US$ 1,6020. O dólar também subiu para seu melhor nível desde fevereiro frente ao iene e o franco suíço.
O nível de emprego nos EUA continuou a cair em abril pelo quarto mês consecutivo, mas num ritmo menor do que se esperava, sugerindo que a economia pode estar começando a se firmar depois de vários meses de estagnação. O dólar tomou os números como um sinal positivo. "O número do payroll foi bem melhor do que a média das expectativas do mercado (de queda de 85 mil vagas)", especialmente com os mercados precificados para um número até mesmo muito pior pouco antes da divulgação do relatório, disse Tom Fitzpatrick, estrategista global de câmbio do Citigroup. "(O relatório) provavelmente ajudará o dólar no curto prazo", acrescentou.
No final da tarde em Nova York, o euro estava em US$ 1,5409, de US$ 1,5456 ontem; o iene estava em 105,36 por dólar, de 104,38 por dólar ontem; a libra estava em US$ 1,9728, de US$ 1,9773 ontem.
As informações são da Dow Jones.Fonte: Agência Estado.

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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Carlos Do Carmo - Por Morrer Uma Andorinha

Carlos Do Carmo - Por Morrer Uma Andorinha
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Carlos Do Carmo - Por Morrer Uma Andorinha (1968)

Se deixaste de ser minha
Não deixei de ser quem era
Por morrer uma andorinha
Não acaba a primavera

Como vês não estou mudado
E nem sequer descontente
Conservo o mesmo presente
E guardo o mesmo passado

Eu já estava habituado
A que não fosses sincera
Por isso eu não fico à espera
De uma emoção que eu não tinha
Se deixaste de ser minha
Não deixei de ser quem era

Vivo a vida como dantes
Não tenho menos nem mais
E os dias passam iguais
Aos dias que vão distantes

Horas, minutos, instantes
Seguem a ordem austera
Ninguem se agarre à quimera
Do que o destino encaminha
Pois por morrer uma andorinha
Não acaba a primavera

Carlos Do Carmo

quinta-feira, 1 de maio de 2008

ATÉ AMANHÃ.

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PERU - PROTESTO CONTRA PREÇOS DOS ALIMENTOS REÚNE MAIS DE MIL NO PERU.


LIMA (Reuters) - Mais de mil mulheres fizeram um "panelaço" na quarta-feira diante do Congresso peruano para exigir que o governo se empenhe mais em controlar o preço dos alimentos, num tipo de protesto que vem ocorrendo em lugares tão díspares quanto o Cazaquistão e o Haiti.

As mulheres, muitas acompanhadas de filhos pequenos, são responsáveis por cozinhas comunitárias onde peruanos pobres podem tomar café-da-manhã ou almoçar pelo equivalente a menos de um dólar.A inflação dos produtos básicos fez a aprovação ao presidente Alan García cair para 26 por cento neste mês, menor índice desde sua posse, em 2006.Neste mês, semanas depois de reduzir os impostos sobre alimentos importados, García começou a mobilizar o Exército para distribuir cestas básicas nos bairros mais pobres da capital.Produtos essenciais, como arroz, milho e trigo, vêm subindo no mundo todo por causa de vários fatores, como o uso intensivo de terras para a produção de biocombustíveis, o aumento da demanda na Ásia, transtornos climáticos e especulações no mercado.Já houve protestos por causa disso em vários países da África e Ásia, e no Haiti o governo caiu."O preço dos alimentos continua aumentando, e o governo não presta atenção aos refeitórios", disse Maria Bozeta, diretora de uma das três entidades que representam esses bandejões.As refeições ali servidas são subsidiadas pelo governo, mas as mulheres dizem que têm dificuldades para atender os clientes e que García precisaria aumentar a ajuda financeira para cobrir seus custos."García, a panela está vazia!", gritavam as mulheres a caminho do Congresso, no centro de Lima.Centenas de milhares de pessoas dependem dos bandejões para se alimentar. Estima-se que 12 milhões de peruanos (42 por cento do total) vivam na pobreza.As donas dos refeitórios querem uma elevação de 30 por cento nos subsídios para acompanhar os aumentos do arroz, do pão e da carne."[Sem o aumento,] onde vamos comer?", perguntava Soledad Requena, participante da manifestação.(Reportagem de Enrique Mandujano e Enrique Castro-Mendivil)Fonte: Reuters
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