quinta-feira, 31 de julho de 2008

Vídeo: "ANGOLA RUMO ÀS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS".


Por Bruno Portela, Londres - BBC.

Quando faltam dois meses para as eleições legislativas em Angola, é lançado um vídeo educativo para informar a população. “Angola Rumo às Eleições Legislativas”, é o tema do trabalho que pretende responder às dúvidas do eleitorado angolano.


Durante 20 minutos, o espectador pode esclarecer questões tão variadas como o que é o voto, como funciona a assembleia nacional, quais os procedimentos da Comissão Nacional Eleitoral.Numa tentativa de abranger o maior número de pessoas possível, o DVD está traduzido em mais cinco línguas para além do português: chokwe, umbundo, kimbundo, kikongo, kwanyama.Esta é uma produção conjunta da produtora brasileira Minibus Media e da ONG angolana Omunga.Falando à BBC para África, Isabel Paulo da Omunga, explica qual a importância deste género de projectos.“O objectivo é fazer com que a população saiba o que é a democracia, o porquê das eleições e que e preciso votar com consciência...


Processo criativo


.“Uma pequena parte da população já começa a ter consciência do que é a política, mas a maior parte ainda não tem consciência política, sobretudo depois do conflito que se seguiu às eleições de 1992”, referiu Isabel Paulo.Mirella Domenich da produtora brasileira Minibus Media, descreve como foi o trabalho o terreno.“Houve um processo de debate interno com a ONG Omunga e depois eles foram para a rua entrevistar cidadãos e especialistas para tentar arranjar respostas ás suas dúvidas.“Angola é um país jovem e se no Brasil temos falta de informação, em Angola isso é ainda mais notado porque há problemas de educação, a liberdade de imprensa é limitada."Por estas razões a sociedade civil tem um papel muito importante na divulgação de assuntos importantes para a população”, concluiu Mirella Domenich em declarações à BBC para África.O vídeo educativo Angola rumo às eleições legislativas, é financiado pela Christian Aid, Cordcaid, Trôcaire e pela embaixada holandesa em Luanda.

Ver AQUI texto alusivo e acesso a VÍDEO



quarta-feira, 30 de julho de 2008

BRASIL - Apesar de queda, nível de desmatamento é "inaceitável", diz Minc.




SÃO PAULO (Reuters) - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse nesta terça-feira que não há o que comemorar e que o desmatamento ainda se encontra em um nível inaceitável, ao comentar dados oficiais que apontam uma queda de 20 por cento no índice de desmatamento da Amazônia."Os números demonstram que a tendência de alta do desmatamento registrada no final do segundo semestre de 2007 começa a declinar. O dado geral não é mau, mas ainda está muito elevado", disse o ministro em entrevista coletiva em Brasília. "Este desmatamento ainda é inaceitável."O desmatamento da Amazônia registrou queda de 21 por cento em junho na comparação com maio, ficando em 870 quilômetros quadrados no mês passado, informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) na terça-feira.Na comparação com junho de 2007, o Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) apontou uma queda de 35 por cento no desmatamento. Na ocasião, a área total desmatada atingiu 1.350 quilômetros quadrados."Isso demonstra nosso trabalho e as ações desenvolvidas pelo Ibama e pela Polícia Federal", disse Minc. "Não foi sorte, foi trabalho."Ao comentar as ações do governo no combate ao desmatamento, o ministro lembrou que 606 propriedades rurais foram embargadas na Amazônia Legal porque os proprietários não cumpriram exigências de preservação. Essas propriedades possuem uma área total de 115 mil hectares. QUEDA EM MATO GROSSOMato Grosso, que nos últimos dois meses vinha sendo apontado como líder do desmatamento pelo Inpe, reduziu a destruição florestal em 70 por cento. O Estado perdeu 197 quilômetros quadrados de vegetação amazônica, contra 646 quilômetros quadrados em maio.A liderança do Estado no desmatamento, apontada pelo Inpe, gerou tensões entre o governador matogrossense, Blairo Maggi (PR), e o ministro do Meio Ambiente. Maggi, um dos maiores produtores mundiais de soja, colocou os dados do instituto em dúvida e foi criticado pelo ministro.A expansão da fronteira agrícola é apontada por ambientalistas como um dos principais vetores do desmatamento da Amazônia.Já no Pará o desmate disparou 91 por cento, para 499 quilômetros quadrados, segundo os dados do Deter. "Este acréscimo no Pará pode ser explicado pela maior capacidade de observação neste mês", disse o órgão."Enquanto em maio apenas 41 por cento do Pará pôde ser visto pelos satélites, em junho a observação aumentou para 75 por cento da área do Estado", disse o Inpe em comunicado."Os demais Estados da Amazônia Legal apresentaram desmatamento pouco significativo."No mês passado, de acordo com o Inpe, 28 por cento do território amazônico esteve coberto por nuvens, contra 46 por cento em maio.Na segunda-feira o Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) informou que a floresta perdeu o equivalente a 1,5 campo de futebol por minuto em junho.De acordo com a instituição não-governamental, o desmatamento totalizou 612 quilômetros quadrados, menor do que o apontado pelo Inpe nesta terça. O Imazon, no entanto, considera em seu número apenas o corte raso, aquele em que a cobertura florestal é totalmente destruída. Já o Inpe leva em conta a soma do corte raso com o desmatamento progressivo, em que ainda há floresta, apesar dos danos.Pelos dados do Imazon, o desmatamento cresceu 23 por cento em junho na comparação com o mês anterior.(Reportagem de Eduardo Simões e Fabio Murakawa)Fonte: Reuters
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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Chávez diz que só pede respeito do próximo presidente dos EUA.


CARACAS (Reuters) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou neste domingo que só pede respeito a seu país por parte do vencedor da eleição presidencial deste ano nos Estados Unidos, país com o qual o governante de esquerda mantém uma guerra verbal constante.Chávez demonstrou confiança na possibilidade de um novo governo em Washington melhorar as relações entre Venezuela e EUA, apesar de já ter feito críticas aos dois principais candidatos que disputam a Casa Branca."Esperamos que o próximo presidente dos Estados Unidos... comece a fazer uma revisão da política imperialista. Só o que pedimos ao próximo governo dos Estados Unidos é que nos respeite, nada mais. Que nos respeitemos mutuamente", disse Chávez, em seu programa semanal de televisão.As relações entre Caracas e Washington se deterioraram nos últimos dois anos, em meio a uma guerra de acusações cruzadas entre os dois governos. Apesar disso, os EUA se mantém como principal comprador do petróleo venezuelano.Chávez reiterou que Washington deveria fechar as bases militares que mantém em outros países, como as de Guantánamo e Guanta -- em Cuba e no Equador --, além de dar liberdade a territórios como Porto Rico.Os candidatos à Presidência norte-americana, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, qualificaram o governo de Caracas como uma "ameaça" regional.(Reportagem de Fabián Andrés Cambero)Fonte: Reuters
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domingo, 27 de julho de 2008

Lula: Brasil não rachou com emergentes na OMC.




Ao encerrar viagem de três dias a Portugal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva amenizou hoje o clima de discórdia no bloco dos países emergentes com a decisão do governo brasileiro de romper com África do Sul, Argentina e Índia nas negociações da Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em entrevista, ele negou ter abandonado os aliados tradicionais quando aceitou acordo de flexibilização de tarifas e novas regras comerciais com a União Européia e os Estados Unidos. "O Brasil não quebrou nenhuma solidariedade", afirmou. "O (G-20) não sairá rachado, porque isso não faz parte da estratégia que montamos."
Ele observou as diferenças de interesses entre os setores agrícolas do Brasil com os dos demais países do G-20, bloco em que estão incluídos os emergentes. "Participamos do G-20, queremos que o acordo seja de interesse do G-20, mas vocês têm de convir que dentro do grupo existem assimetrias e disparidades enormes entre os países", disse. "Os interesses dos países não são os mesmos, embora tenhamos que encontrar um denominador comum", completou. "Agora, temos de respeitar as diferenças que existem." O presidente avaliou que a radicalização de aliados será prejudicial especialmente para países mais pobres da África e da América Latina, onde faltam investimentos no setor agrícola. "Os países mais pobres não têm incentivos para produzir seus alimentos", disse.


sábado, 26 de julho de 2008

GULE GULE !!!

boomp3.com

McCain encontra Dalai Lama e pressiona a China por direitos.


ASPEN, EUA (Reuters) - O candidato republicano à presidência dos EUA, John McCain, pediu nesta sexta-feira à China que se preocupe com os direitos humanos e liberte os prisioneiros tibetanos, após se encontrar com Dalai Lama em Colorado."

Eu peço que os líderes chineses iniciem conversas e façam progressos com os representantes de sua Santidade sobre a questão do sofrimento do povo tibetano", disse McCain, com Dalai Lama ao seu lado."Eu peço ao governo chinês que liberte os prisioneiros políticos tibetanos, considerando os tibetanos que 'desapareceram' desde os protestos de março, e se empenhe em um diálogo significativo e uma autonomia genuína para o Tibete."O exilado líder tibetano afirmou que McCain mostrou uma "preocupação genuína" pelos direitos humanos, democracia e problemas ambientais em relação à China.McCain, um senador do Arizona que tem visto a política externa como uma peça chave para sua busca pela Casa Branca, afirmou que as palavras de Dalai Lama não significavam apoio ao candidato republicano.(Reportagem de Jeff Mason)Fonte: Reuters
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